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Como começar e se profissionalizar

Bateria e Percussão

Atualizado em 15 Mai 13

2 min de leitura

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A música é uma das artes mais presentes na vida do ser humano. Ela tem reflexos em nossa cultura popular, manifesta-se ao longo de diversas gerações na forma de cantigas e parlendas e, claro, seduz crianças e adolescentes pela possibilidade do estrelato!

Nas escolas, o ensino da disciplina tem reflexos positivos na socialização dos alunos, recuperação de crianças em situação de risco social e até mesmo no tratamento de pessoas com necessidades especiais.

Em nossa vida cotidiana não faltam oportunidades para iniciarmos o estudo de algum instrumento. Mas será que existe um tipo especial de instrumento para se começar a estudar?

Segundo especialistas, o principal é respeitar o nível de amadurecimento de cada pessoa. Em uma primeira fase entre 2 e 4 anos, devemos priorizar a experimentação, sobretudo em instrumentos de percussão e exploração das possibilidades sonoras de cada instrumento. Nessa fase, as baterias infantis e xilofones são indicações interessantes.

Logo depois, entre 5 e 9 anos, começamos a evoluir da simples manipulação para a expressão de alguns sentimentos e ideias, ou seja, a criança tem a capacidade de compor. Instrumentos simples como flautas doces e teclados que chegam para funcionar como veículos para a criatividade dos pequenos. Vale investir também em microfones para que, aqueles com talento vocal, comecem a cantar!

Com o início da adolescência o "estilo" começa a ser bastante importante. Então a escolha do instrumento será guiada pela música ouvida pelo aluno. Para os roqueiros, as guitarras e baixos, para os POP teclados e mesas de som e por aí vai.

A partir dos 15 anos o adolescente já terá desenvolvido habilidades cognitivas e motoras suficientes para seguir no ensino mais tradicional, podendo escolher o instrumento mais adequado às suas habilidades. Do violino à bateria, do clássico ao rock pesado, passando por todas as misturas possíveis. O importante nessa fase é adequar o gosto do jovem à prática musical e não perder de vista o caráter de socialização que a música representa.

E se quiser seguir na carreira?

O músico enquanto superstar em cima de um palco deu lugar hoje a diversas atividades que utilizam essa arte como fonte de renda. Até mesmo uma lei de 2008, que instituiu o ensino obrigatório de música nas escolas, serviu de impulso para quem quiser ensinar o que aprendeu.

O importante é saber que a formação deve vir em primeiro lugar. Cursos universitários e complementares devem estar na lista de prioridades, assim como participação em grupos, bandas e empresas do segmento.