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Código dc1d4f6ekg
| Editora | Fósforo Editora |
| Título | Friday Black |
| Autor | Adjei-Brenyah, Nana Kwame |
| Número de páginas | 224 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 24.01.2023 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 6584568326 GTIN-13 - 9786584568327 ISBN-13 - 9786584568327 |
| Peso do produto | 269.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 13.5 x 20.5 x 20.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2023 |
| Autor | Adjei-Brenyah, Nana Kwame |
| Dimensões do Produto | 13.5 x 20.5 x 20.0 cm. |
| Editora | Fósforo Editora |
| Edição | 1 |
| ISBN | 6584568326 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 224 |
| Peso do Produto | 269.0 gramas. |
| Sinopse | Seria possível encontrar, em um futuro próximo, um mundo mais justo e menos selvagem? Reescrever a história, repensar a humanidade sem vícios mortais como o racismo, o consumismo exacerbado, as armas e a crueldade latente? Friday Black, livro de estreia de Nana Kwame Adjei-Brenyah, nos mostra que não. Nesta elogiada coletânea de doze contos definida pelo The Wall Street Journal como “Impressionante”, tudo parece absurdo à primeira vista para, em seguida, assumir paralelos com a realidade e transportar os leitores de volta a acontecimentos recentes veiculados à exaustão nos noticiários: no conto “Os cinco de Finkelstein”, o assassinato de cinco crianças negras na porta de uma biblioteca, seguido do julgamento do perpetrador racista, relembra a história de Trayvon Martin e de outros tantos garotos negros; o atentado em uma escola que coloca dois adolescentes — vítima e algoz — numa discussão post mortem no purgatório é o mote de “Cuspindo luz”; a corrida mortífera de humanos-zumbis pelo consumo na , numa elegia ao capitalismo sanguinário e às suas injustas relações de trabalho, se repete nos aterrorizantes “Friday Black”, “No varejo” e “Como vender uma jaqueta, segundo o Rei do Gelo”. Neste livro, a violência e o grotesco atingem seu nível máximo, sem cortes, como numa caricatura da sociedade moderna. O futuro — uma alegoria do tempo presente — é apresentado em visão panóptica, na qual os leitores se reconhecem como voyeurs que à distância observam algo de que gostariam de participar, pois, em Friday Black, é por meio da barbárie que o ser humano sacia os seus desejos mais irascíveis. Adjei-Brenyah, grande promessa da literatura norte-americana contemporânea, é um radical do absurdo. Com humor mordaz, coloca os leitores em uma situação constrangedora, numa mixórdia de sentimentos que só os grandes escritores conseguem produzir. Não existe alívio. Segundo o próprio autor, “Nada é mais chato do que um final feliz”, frase que talvez resuma esta obra que é o reflexo do século 21. |
| Título | Friday Black |
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