Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Vendido por Authentic Livros e entregue por Magalu
Código cc5070df2h
Celso Furtado tratou do conceito de Subdesenvolvimento – da forma clara e rigorosa que é própria do seu método histórico e analítico – no seu clássico Desenvolvimento e subdesenvolvimento de 1961. Não o definiu como uma etapa necessária pela qual teriam passado todos os países desenvolvidos, mas como um processo histórico particular, resultante da penetração das empresas capitalistas modernas em estruturas arcaicas, constitutivo da expansão desigual do Capitalismo. Teoricamente sua concepção é semelhante ao esquema Centro-Periferia de Prebish (1949), mas sua visão é mais completa porque contempla a análise de nossa estrutura subdesenvolvida e a dinâmica da sua articulação interna-externa.
Suas preocupações recorrentes com o tema da construção da Nação frente às diversas formas de dominação internacional e ao pacto interno de dominação estão presentes em quase todos os seus escritos desde 1964. A separação, para fins analíticos, entre as dimensões econômicas, políticas e sociais do nosso subdesenvolvimento nunca o impediu de ter uma visão histórico-estrutural capaz de abranger as três dimensões, desde Formação econômica do Brasil (1959) até Brasil, a construção interrompida (1992).
No Manifesto da Frente de Esquerda Em defesa do Brasil, da democracia e do trabalho (1999) – que ele assinou, como a maioria dos intelectuais que ainda continuam na luta de resistência às políticas neoliberais – a epígrafe é uma frase sua, esclarecedora do estado de espírito do Mestre: “Em nenhum momento da nossa história foi tão grande a distância entre o que somos e o que esperávamos ser”.
Esta mágoa, que compartilho com paixão, decorre de nosso sentimento comum quanto à situação da Nação em matéria de destruição das forças produtivas e da própria desorganização da sociedade.
Maria da Conceição Tavares
| Editora | Expressão Popular |
|---|---|
| Título | Celso Furtado – os combates de um economista |
| Autor | Quintela, Adroaldo, Galvão, Antonio Carlos F., Bolaño, César, Patrício, Inês, Manzano, Marcelo, Macedo, Mariano de Matos, Cocq, Nelson Le |
| Número de páginas | 352 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 2020 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 6599116833 GTIN-13 - 9786599116834 ISBN-13 - 9786599116834 |
| Peso do produto | 440.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 23.0 x 16.0 x 30.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2020 |
| Autor | Quintela, Adroaldo, Galvão, Antonio Carlos F., Bolaño, César, Patrício, Inês, Manzano, Marcelo, Macedo, Mariano de Matos, Cocq, Nelson Le |
| Dimensões do Produto | (L x A x P): 23.0 x 16.0 x 30.0 cm. |
| Editora | Expressão Popular |
| Edição | 1 |
| ISBN | 6599116833 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 352 |
| Peso do Produto | 440.0 gramas. |
| Prazo de Garantia | 3 |
| Sinopse | Celso Furtado tratou do conceito de Subdesenvolvimento – da forma clara e rigorosa que é própria do seu método histórico e analítico – no seu clássico Desenvolvimento e subdesenvolvimento de 1961. Não o definiu como uma etapa necessária pela qual teriam passado todos os países desenvolvidos, mas como um processo histórico particular, resultante da penetração das empresas capitalistas modernas em estruturas arcaicas, constitutivo da expansão desigual do Capitalismo. Teoricamente sua concepção é semelhante ao esquema Centro-Periferia de Prebish (1949), mas sua visão é mais completa porque contempla a análise de nossa estrutura subdesenvolvida e a dinâmica da sua articulação interna-externa. Suas preocupações recorrentes com o tema da construção da Nação frente às diversas formas de dominação internacional e ao pacto interno de dominação estão presentes em quase todos os seus escritos desde 1964. A separação, para fins analíticos, entre as dimensões econômicas, políticas e sociais do nosso subdesenvolvimento nunca o impediu de ter uma visão histórico-estrutural capaz de abranger as três dimensões, desde Formação econômica do Brasil (1959) até Brasil, a construção interrompida (1992). No Manifesto da Frente de Esquerda Em defesa do Brasil, da democracia e do trabalho (1999) – que ele assinou, como a maioria dos intelectuais que ainda continuam na luta de resistência às políticas neoliberais – a epígrafe é uma frase sua, esclarecedora do estado de espírito do Mestre: “Em nenhum momento da nossa história foi tão grande a distância entre o que somos e o que esperávamos ser”. Esta mágoa, que compartilho com paixão, decorre de nosso sentimento comum quanto à situação da Nação em matéria de destruição das forças produtivas e da própria desorganização da sociedade. Maria da Conceição Tavares |
| Título | Celso Furtado – os combates de um economista |
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26iphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaLiquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadasDia das Crianças11.11iPone 18 ProiPhone 18 Pro MaxGalaxy Book 6AirpodsApple Watch Ultra 4