Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Vendido por Livraria Martins Fontes Paulista e entregue por Magalu
Código eck2h2ghb8
| Prazo de garantia | 3 meses |
|---|---|
| Autor | José Alfredo Santos Abrão |
| Prazo de Garantia | 3 meses |
| Sinopse | O anjo (ou criatura superior a maniqueísmos), narrador desta novela de José Alfredo Santos Abrão, persegue Fernando Pessoa, que é perseguido pelo mago hedonista Aleister Crowley. Crowley, que foi considerado pela imprensa britânica como “o homem mais ímpio do mundo”, por sua defesa herética da liberdade individual e espiritual numa Inglaterra anglicana, extremamente conservadora, cunhou a célebre frase cantada por Raul Seixas: “Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei”. É nessa condição d e ocultista libertário que Crowley, na novela que o leitor tem em mãos, vai a Lisboa ao encontro de Fernando Pessoa – como de fato o foi, em 1930, movido por uma carta que o poeta lhe enviou, corrigindo dados astrológicos do grande mago. O encont ro, narrado com um misto de pudor e encantamento pelo anjo amoroso criado por José Alfredo (identificável em certa medida com o próprio autor), é explosivo: Crowley, entre partidas de xadrez com o ainda obscuro gênio poético, propõe a Pessoa um jogo mais perigoso. Quer dar um xeque-mate no verdadeiro rei dos homens tolos, a realidade. Em resumo, propõe ao bardo (aos bardos, porque Pessoa, como sabemos, é a difração de um homem na humanidade) que seja cúmplice de seu suicídio. O detalhe é que o s uicídio será ficção, como sói acontecer no mundo manhosamente transversal dos magos e poetas. A proposta inclui um pedido: Pessoa escreverá uma novela policial sobre o falso suicídio, a qual, sendo Crowley um homem famoso, tornar-se-á um best-sel ler e os deixará ricos. Irrefletidamente, levado pela coceira na mão e pelo arrogante entusiasmo do mago, o poeta concorda com o plano. Eles simulam e divulgam o suicídio (na vida real, havia um jornalista mancomunado com o poeta e o mago). Mas a mei o caminho da escrita da novela policial, Pessoa desiste de tudo e, com a ajuda de sua amiga Ophelia Queiroz, elabora um plano B: irá sumir, metamorfoseando-se em seus heterônimos. Crowley, irado, passa a perseguir o ortônimo, mas descobre que para is so terá que sair no encalço de Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro... Em outras palavras, o leitor se perde junto com Crowley, vítima dessa espécie de uso “diversionista” dos heterônimos. Para o bem da “realidade”, a novela de José Alfre do nos leva ao ambiente mirífico de criaturas que, diante de um mundo estupidamente materialista, viveram como personagens salvadores de si mesmos. Aos anti-heróis sublimes, que subvertem a submissão à ordem e à racionalidade, para ressumar este “nad' |
| Título | Procurando Pessoa |
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26iphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaLiquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadas11.11iPhone 18 ProiPhone 18 Pro MaxGalaxy Book 6AirpodsApple Watch Ultra 4Apple Watch S12