Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Vendido por Livraria Martins Fontes Paulista e entregue por Magalu
Código eh368jb4k6
“Bresson é o cinema francês, como Dostoievski o romance russo, como Mozart a música alemã.”
Jean-Luc Godard
Notas sobre o cinematógrafo é uma preciosa coletânea de frases que o cineasta francês Robert Bresson foi fazendo ao longo das décadas em que se dedicou à produção de filmes seminais como Pickpocket, Um condenado à morte escapou e A grande testemunha.
Bresson pensava a imagem como pintura e o som, como uma partitura musical de ruídos, sempre com o máximo de rigor, com o firme propósito de vislumbrar instantes de eternidade nas ações mais prosaicas do cotidiano. Cinema, para Bresson, era sinônimo de revelação: uma espécie de decalque de um “real” que se manifesta se velando, nos religando à manifestação divina da própria vida. Era com essa convicção que Bresson, católico jansenista, preparava cuidadosamente os seus filmes, criando “leis de ferro” para o próprio processo de criação. Notas sobre o cinematógrafo é todo pontuado por essa visão epifânica da arte cinematográfica e tornou-se uma bíblia das especificidades dessa linguagem misteriosa que é a chamada sétima arte. Bresson influenciou várias gerações de realizadores, de Jean-Luc Godard a Lars Von Trier. Muitos mandamentos do Dogma 95, criado pelo cineasta dinamarquês, foram extraídos de Notas sobre o cinematógrafo. Para Godard, que o homenageou em um de seus filmes mais recentes, Elogio ao amor, “Bresson é o cinema francês, como Dostoievski é o romance russo, e Mozart a música alemã”. “Construa seu filme sobre o branco, sobre o silêncio e sobre a imobilidade”, é um dos ensinamentos de Bresson que podem ser ouvidos no filme de Godard. Cinema por subtração, sempre movido por um minimalismo desesperado em busca da essência dos sons e das imagens em movimento. A ação nos filmes de Bresson se desenrola com muita frequência nas bordas do quadro ou fora dele, numa tentativa de fazer com que cada espectador confeccione a narrativa na própria mente, levando assim ao paroxismo as possibilidades sugestivas da linguagem cinematográfica. Como escreve Le Clézio no prefácio desse livro, as frases de Bresson são “cicatrizes, marcas de sofrimento, joias preciosas (...) que brilham como estrelas, nos mostrando o árduo e simples caminho rumo à perfeição”.
Robert Bresson
| Editora | Iluminuras |
|---|---|
| Título | Notas sobre o cinematógrafo |
| Autor | Bresson, Robert, Morcazel, Evaldo, Riberolle, Brigitte |
| Número de páginas | 144 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 01.01.2000 |
| Idioma | Português, fre |
| Código do produto | ISBN-10 - 8573212217 GTIN-13 - 9788573212211 ISBN-13 - 9788573212211 |
| Peso do produto | 276.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 16.0 x 23.0 x 8.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2000 |
| Autor | Bresson, Robert, Morcazel, Evaldo, Riberolle, Brigitte |
| Dimensões do Produto | 16.0 x 23.0 x 8.0 cm. |
| Editora | Iluminuras |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9788573212211 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 144 |
| Peso do Produto | 276.0 gramas. |
| Sinopse | “Bresson é o cinema francês, como Dostoievski o romance russo, como Mozart a música alemã.” Jean-Luc Godard Notas sobre o cinematógrafo é uma preciosa coletânea de frases que o cineasta francês Robert Bresson foi fazendo ao longo das décadas em que se dedicou à produção de filmes seminais como Pickpocket, Um condenado à morte escapou e A grande testemunha. Bresson pensava a imagem como pintura e o som, como uma partitura musical de ruídos, sempre com o máximo de rigor, com o firme propósito de vislumbrar instantes de eternidade nas ações mais prosaicas do cotidiano. Cinema, para Bresson, era sinônimo de revelação: uma espécie de decalque de um “real” que se manifesta se velando, nos religando à manifestação divina da própria vida. Era com essa convicção que Bresson, católico jansenista, preparava cuidadosamente os seus filmes, criando “leis de ferro” para o próprio processo de criação. Notas sobre o cinematógrafo é todo pontuado por essa visão epifânica da arte cinematográfica e tornou-se uma bíblia das especificidades dessa linguagem misteriosa que é a chamada sétima arte. Bresson influenciou várias gerações de realizadores, de Jean-Luc Godard a Lars Von Trier. Muitos mandamentos do Dogma 95, criado pelo cineasta dinamarquês, foram extraídos de Notas sobre o cinematógrafo. Para Godard, que o homenageou em um de seus filmes mais recentes, Elogio ao amor, “Bresson é o cinema francês, como Dostoievski é o romance russo, e Mozart a música alemã”. “Construa seu filme sobre o branco, sobre o silêncio e sobre a imobilidade”, é um dos ensinamentos de Bresson que podem ser ouvidos no filme de Godard. Cinema por subtração, sempre movido por um minimalismo desesperado em busca da essência dos sons e das imagens em movimento. A ação nos filmes de Bresson se desenrola com muita frequência nas bordas do quadro ou fora dele, numa tentativa de fazer com que cada espectador confeccione a narrativa na própria mente, levando assim ao paroxismo as possibilidades sugestivas da linguagem cinematográfica. Como escreve Le Clézio no prefácio desse livro, as frases de Bresson são “cicatrizes, marcas de sofrimento, joias preciosas (...) que brilham como estrelas, nos mostrando o árduo e simples caminho rumo à perfeição”. Robert Bresson |
| Título | Notas sobre o cinematógrafo |
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26iphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaLiquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadasDia das Crianças11.11iPhone 18 ProiPhone 18 Pro MaxGalaxy Book 6AirpodsApple Watch Ultra 4