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| Editora | Perspectiva |
|---|---|
| Título | Racismo sem racistas |
| Subtítulo | O racismo da cegueira de cor e a persistência da desigualdade na América |
| Autor | Bonilla-Silva, Eduardo |
| Número de páginas | 512 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 27.08.2020 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 6555050292 GTIN-13 - 9786555050295 ISBN-13 - 9786555050295 |
| Peso do produto | 545.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 14.0 x 19.0 x 29.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2020 |
| Autor | Bonilla-Silva, Eduardo |
| Dimensões do Produto | 14.0 x 19.0 x 29.0 cm. |
| Editora | Perspectiva |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9786555050295 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 512 |
| Peso do Produto | 545.0 gramas. |
| Sinopse | A brutal e fatal abordagem a George Floyd por quatro policiais nos Estados Unidos em junho, gerando protestos antirracistas por todo o planeta, é terrivelmente simétrica àquela que sofreu uma comerciante negra em São Paulo imobilizada por um policial pisando em seu pescoço um mês depois. A face mais terrível e covarde do racismo mostra-se quando está naturalizada e operacionalizada pelas instituições e representantes do Estado, sem que que pareçam manifestamente racistas. O livro de Bonilla-Silva mostra com clareza as formas e a intensidade do racismo estrutural impregnado na sociedade norte-americana. E na brasileira, por extensão, porque as similitudes são evidentes. Se quisermos desmontar as estruturas da desigualdade, conclui o autor, teremos de desmantelar as estruturas de poder, opressão, dominação e preconceito. Porque são uma e mesma coisa. Ao eleger Obama em 2008, os Estados Unidos da América pensavam ter deixado para trás o racismo institucionalizado que caracterizara sua história. Hoje, sabe-se que o que ficou para trás foi essa ilusão. Racismo Sem Racistas é um livro para quem quer entender como o racismo se perpetua, consciente ou inconscientemente disfarçado em um discurso contestatório do politicamente correto. Mas também, e principalmente, para aqueles, a grande maioria neste país, que ainda acham que a melhor maneira de combater o racismo é fazendo de conta que ele não existe. Eduardo Bonilla-Silva, professor de sociologia na Universidade Duke, demonstra, com base em análises de casos e pesquisas de campo, como o discurso e a noção de que a cor da pele não importa (o "racismo da cegueira racial") vêm sendo instrumentais para a permanência do preconceito. Ele desmascara os argumentos, as frases feitas e as narrativas que os brancos nos EUA usam para justificar a desigualdade racial. Esse não é, no entanto, um problema circunscrito a norte-americanos, como sabemos e como a polícia (daqui como de lá) constantemente nos lembra. "Democracia racial" por definição, o Brasil tem larga experiência em disfarçar o racismo na sisudez das planilhas dos economistas. Inconveniente como todo bom cientista social, Bonilla-Silva nos faz reconhecer o racismo nosso de cada dia – nos outros, mas também em nós mesmos. |
| Subtítulo | O racismo da cegueira de cor e a persistência da desigualdade na América |
| Título | Racismo sem racistas |
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Ana
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