Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Código ghchb3e248
| Editora | Oficinar |
|---|---|
| Título | Do mundo de Herberto Helder |
| Autor | MAFFEI, Luis |
| Número de páginas | 532 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 12.12.2017 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 8595000166 GTIN-13 - 9788595000162 ISBN-13 - 9788595000162 |
| Peso do produto | 350.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 16.0 x 23.0 x 10.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2017 |
| Autor | MAFFEI, Luis |
| Dimensões do Produto | 16.0 x 23.0 x 10.0 cm |
| Editora | Oficinar |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9788595000162 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 532 |
| Peso do Produto | 350.0 gramas |
| Sinopse | Do mundo de Herberto Helder ensina: “A luta é dolorosa desde sempre/ antes de Homero escrever/ cantar que a luta é dolorosa” (Maffei, Vista de Olímpia, 2016). Aceite o ensaio como gênero impuro (Goulart), no limiar do poema, sem estabelecer dependência de qualquer lei de gênero (Silvina Rodrigues Lopes), enquanto acadêmico e ensaísta, Luis Maffei não teme interrogar a hipótese de haver uma pedagogia da poesia em geral e da herbertiana em particular, sabendo que ensinar literatura é já um paradoxo. Leitor incendiado por dentro do fogo que a faca não corta, Maffei coloca-se no centro da ferida-Herberto – quem será este tipo? quem será este texto? –, em combate e embate frontal com o poema, puro e duro, em cópula. Resultado do trabalho de mais de década e meia de investigação, este livro participa da lição (e é dela réplica, também sísmica) de Camões e de Herberto-leitor-de-Camões, conforme à metamorfose do amador em que se transforma o leitor na coisa lida. Em pathos e patologia partilhada com raros ensaístas que pertencem à comunidade aflitiva que lê A poesia portuguesa hoje (Gastão Cruz), Luis Maffei é, dos da sua geração, um dos mais antigos, informados e potentes leitores da atualidade, sujeito forte em diálogo revolto e desobediente com parte do cânone da literatura portuguesa, que se refaz com a sua leitura. A concepção eminentemente atual do poema (Ruy Belo, Na senda da poesia) herbertiana é, pela leitura de Maffei, expandida a um programa: o exercício de um poder que atende pelo nome arriscado de liberdade. A luta é dolorosa e a poesia não salva. E, no entanto, há raros leitores como Maffei (um dos ensaístas vivos que me interessa mais), que criam uma zona de liberdade transitável. Este lugar (em que é livre também ser contaminado) é lição a ser aceite por quem ler “os livros atrás a arder para toda a eternidade”. Diana Pimentel |
| Título | Do mundo de Herberto Helder |
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26iphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaLiquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadasDia das Crianças11.11iPhone 18 ProiPhone 18 Pro MaxGalaxy Book 6AirpodsApple Watch Ultra 4