Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Código he6b5b06fc
Em Os porões da contravenção, Aloy Jupiara e Chico Otavio destrincham a histórica e macabra sociedade entre o jogo do bicho e a ditadura militar.
O jogo do bicho teve seu início como uma estratégia criada pelo barão de Drummond para aumentar as visitas ao seu Jardim Zoológico em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, no final do século XIX. Logo o jogo de azar ganhou as esquinas e, à medida que se espalhou, infiltrou-se no aparelho do Estado, impondo-se pela violência e pela corrupção.
A imagem romântica do jogo de bairro oculta uma organização com qualidades mafiosas, modelo empresarial, esquemas e planejamentos intrincados, fluxo de caixa e divisão territorial. A sua profissionalização se refina na década de 1960, aproveitando-se da opressão da máquina autoritária letal montada pelos generais para aniquilar a falácia da ameaça comunista que pairava sobre o Brasil. Em troca de proteção e impunidade, os chefões do bicho ajudaram a perseguir os inimigos do regime e usou os pilares de hierarquia e disciplina militares para se organizar e capilarizar sua influência até se tornar uma das maiores estruturas criminosas do país. Consagra-se no ocaso do período mais sangrento da ditadura, nos anos 1970 e 1980, oferecendo aos militares enfraquecidos o projeto de poder que eles julgavam ter pedido e infiltrando-se nas duas maiores paixões nacionais: o futebol e o carnaval.
Seus personagens principais, Anísio, capo da Beija-Flor, Castor de Andrade, o benfeitor da Mocidade Independente, e Capitão Guimarães, militar e torturador dos calabouços da ditadura, cresceram e apareceram (não sem muito sangue) no ambiente terrivelmente favorável dessa parceria.
Neste Os porões da contravenção, Aloy Jupiara e Chico Otavio recriam a fauna de terror em que os bicheiros foram buscar os braços que lhes garantiriam segurança, território e organização. E vão muito além de escancarar — o que por si só já representaria um marco jornalístico — as manobras por meio das quais o regime não apenas protegeu, mas permitiu e mesmo estimulou, o desenvolvimento sustentável do crime organizado no Rio de Janeiro e, logo, no Brasil.
"| Editora | Record |
|---|---|
| Título | Os porões da contravenção |
| Autor | Jupiara, Aloy |
| Número de páginas | 266 |
| Edição | 7 |
| Data de publicação | 23.10.2015 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 8501106445 GTIN-13 - 9788501106445 ISBN-13 - 9788501106445 |
| Peso do produto | 380.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 15.5 x 23.0 x 15.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2015 |
| Autor | Jupiara, Aloy |
| Dimensões do Produto | 15.5 x 23.0 x 15.0 cm. |
| Editora | Record |
| Edição | 7 |
| ISBN | 9788501106445 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 266 |
| Peso do Produto | 380.0 gramas. |
| Sinopse | Em Os porões da contravenção, Aloy Jupiara e Chico Otavio destrincham a histórica e macabra sociedade entre o jogo do bicho e a ditadura militar. O jogo do bicho teve seu início como uma estratégia criada pelo barão de Drummond para aumentar as visitas ao seu Jardim Zoológico em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, no final do século XIX. Logo o jogo de azar ganhou as esquinas e, à medida que se espalhou, infiltrou-se no aparelho do Estado, impondo-se pela violência e pela corrupção. A imagem romântica do jogo de bairro oculta uma organização com qualidades mafiosas, modelo empresarial, esquemas e planejamentos intrincados, fluxo de caixa e divisão territorial. A sua profissionalização se refina na década de 1960, aproveitando-se da opressão da máquina autoritária letal montada pelos generais para aniquilar a falácia da ameaça comunista que pairava sobre o Brasil. Em troca de proteção e impunidade, os chefões do bicho ajudaram a perseguir os inimigos do regime e usou os pilares de hierarquia e disciplina militares para se organizar e capilarizar sua influência até se tornar uma das maiores estruturas criminosas do país. Consagra-se no ocaso do período mais sangrento da ditadura, nos anos 1970 e 1980, oferecendo aos militares enfraquecidos o projeto de poder que eles julgavam ter pedido e infiltrando-se nas duas maiores paixões nacionais: o futebol e o carnaval. Seus personagens principais, Anísio, capo da Beija-Flor, Castor de Andrade, o benfeitor da Mocidade Independente, e Capitão Guimarães, militar e torturador dos calabouços da ditadura, cresceram e apareceram (não sem muito sangue) no ambiente terrivelmente favorável dessa parceria. Neste Os porões da contravenção, Aloy Jupiara e Chico Otavio recriam a fauna de terror em que os bicheiros foram buscar os braços que lhes garantiriam segurança, território e organização. E vão muito além de escancarar — o que por si só já representaria um marco jornalístico — as manobras por meio das quais o regime não apenas protegeu, mas permitiu e mesmo estimulou, o desenvolvimento sustentável do crime organizado no Rio de Janeiro e, logo, no Brasil. |
| Título | Os porões da contravenção |
2 avaliações
2
0
0
0
0
Sergio
Henrique
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26iphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaLiquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadasiPone 18 ProiPhone 18 Pro MaxGalaxy Book 6AirpodsApple Watch Ultra 4Apple Watch S12Apple Watch SE 3