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| Editora | Chão Editora |
|---|---|
| Título | As aventuras de Nhô Quim |
| Subtítulo | Ou impressões de uma viagem à Corte: romance ilustrado |
| Autor | Agostini, Angelo, Faria, Cândido Aragonez de, dell'Orto, Aline, Balaban, Marcelo |
| Número de páginas | 200 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 20.08.2024 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 6580341327 GTIN-13 - 9786580341320 ISBN-13 - 9786580341320 |
| Peso do produto | 285.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 15.0 x 21.0 x 13.1 cm. |
| Ano de Publicação | 2024 |
| Autor | Agostini, Angelo, Faria, Cândido Aragonez de, dell'Orto, Aline, Balaban, Marcelo |
| Dimensões do Produto | 15.0 x 21.0 x 13.1 cm |
| Editora | Chão Editora |
| Edição | 1 |
| ISBN | 6580341327 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 200 |
| Peso do Produto | 285.0 gramas |
| Sinopse | O encontro do interiorano com a Corte era fonte infindável de pilhérias no Brasil do século XIX. No teatro de Martins Pena, por exemplo. Em O juiz de paz da roça, José quer seduzir Aninha, carregá-la consigo para a cidade, logo fala muito do “que é que há lá tão bonito”: três teatros, homem que vira macaco, mágica com muito maquinismo, cosmorama na rua do Ouvidor, cabrito com duas cabeças, porco com cinco pernas. O caiporismo também marcava presença naquele tempo. Como na literatura de Machado de Assis, nada menos. Num conto, “Último capítulo”, o protagonista e narrador da estória define o caipora — ele próprio — como o sujeito que, ao cair de costas, consegue quebrar o próprio nariz! Para saber como, vá ler o conto, que está em Histórias sem data, pois vale muito a pena. Nhô Quim é ao mesmo tempo roceiro e azarado. Jovem de vinte anos, filho “de gente rica porém honrada”, vai parar na Corte porque o pai não aprova o seu namoro com donzela virtuosa mas sem vintém. Está criado o entrecho para as situações embaraçosas e chistes sem fim de As aventuras de Nhô Quim, ou impressões de uma viagem à Corte. Veem-se as imagens com aquela sensação de dó da vergonha alheia, pobre Nhô Quim, que perde o trem, sai à rua de saia, não acha mais o moleque que lhe devia servir, vira capanga eleitoral. A graça das imagens, a aparente falta de pretensão de tudo, é uma janela ímpar para a observação da cultura e da sociedade do Brasil imperial. A “gente rica” não parece honrada, apega-se à escravidão, corrompe eleições, há espertalhões por toda parte. O posfácio de Marcelo Balaban e Aline dell’Orto oferece um panorama primoroso da arte das publicações ilustradas no Brasil oitocentista. O caiporismo de Nhô Quim é a sorte grande de seus leitores. (Sidney Chalhoub) |
| Subtítulo | Ou impressões de uma viagem à Corte: romance ilustrado |
| Título | As aventuras de Nhô Quim |
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