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Código khfk709bk2
| Editora | Artêra Editorial |
|---|---|
| Título | Divinas Divas |
| Subtítulo | Memórias e Representações de Travestis Artistas na Ditadura Civil-Militar Brasileira (1964-1985) |
| Autor | Alexandre, Ana Rúbia do Prado |
| Número de páginas | 311 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 23.11.2025 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | 01 - 20325 ISBN-10 - 6525083125 GTIN-13 - 9786525083124 ISBN-13 - 9786525083124 |
| Peso do produto | 411.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 16.0 x 23.0 x 20.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2025 |
| Autor | Alexandre, Ana Rúbia do Prado |
| Dimensões do Produto | 16.0 x 23.0 x 20.0 cm. |
| Editora | Artêra Editorial |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9786525083124 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 311 |
| Peso do Produto | 411.0 gramas. |
| Sinopse | Esta obra objetivou investigar como as narrativas de artistas travestis que participaram do filme-documentário Divinas Divas (2016) refletem memórias de travestilidades sobre o contexto histórico da ditadura civil-militar no Brasil (1964-1985), buscando, também, entrever como essas questões podem contribuir para a problematização dos regimes de visibilidade, em especial, das travestis na historiografia brasileira. As reflexões do presente livro compreenderam, a partir da narrativa fílmica: o projeto moral da ditadura e as violências empreendidas pelas forças policiais, numa relação muitas vezes consentida com faces da sociedade civil, o desvelamento das políticas censórias delineadas pela ditadura civil-militar, almejando pontuar seus modos de atuação e a política de invisibilização por meio da censura, a articulação problematizada entre arte e travestilidade, evidenciando a potencialidade do teatro em interface com tais experiências, as tecnologias de gênero e os modelos de corpos e feminilidades colocados pelas personagens na película e, por fim, a relação entre dissidências sexuais e loucura, tensionando os dispositivos de interdição postos a partir disso e as sequelas deixadas na vida das personagens que passaram por tal violência. O documentário, enquanto fonte de análise histórica, desvelou com acuidade o viés normativo do fazer historiográfico sobre o tema, lançando luz sobre os silêncios perpetuados pela história. Ante essa evidência, torna-se profícuo pontuar o quanto o cinema, diferente da história, se preocupou com a temática, ao trazer representações pontuais que versaram, de alguma maneira, sobre sexualidades tidas como dissidentes e o cenário de autoritarismo matizado pela ditadura civil-militar. A narrativa fílmica permitiu, por meio de sua linguagem, reinterpretações políticas sobre o passado, deslocando os olhares para as fissuras que separam essas narrativas “apócrifas” da história oficial, apresentando questões tipificadas e não menos importantes, que anunciaram as micropolíticas que tomavam os corpos tidos como subversivos a partir dos marcos normativos de gênero e sexualidade, como alvos do poder. |
| Subtítulo | Memórias e Representações de Travestis Artistas na Ditadura Civil-Militar Brasileira (1964-1985) |
| Título | Divinas Divas |
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