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Código cbbag9bfce
| Editora | Companhia das Letras |
|---|---|
| Título | Deus um delírio |
| Autor | Dawkins, Richard, Ravagnani, Fernanda |
| Número de páginas | 528 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 16.08.2007 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | 01 - 12248; CL10704 ISBN-10 - 8535910700 GTIN-13 - 9788535910704 ISBN-13 - 9788535910704 |
| Peso do produto | 634.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 14.0 x 21.0 x 28.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2007 |
| Autor | Dawkins, Richard, Ravagnani, Fernanda |
| Dimensões do Produto | 14.0 x 21.0 x 28.0 cm. |
| Editora | Companhia das Letras |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9788535910704 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 528 |
| Peso do Produto | 634.0 gramas. |
| Sinopse | Num tempo de guerras e ataques terroristas com motivações religiosas, o movimento pró-ateísmo ganha força no mundo todo. E seu líder intelectual é o respeitado biólogo Richard Dawkins, eleito um dos três intelectuais mais importantes do mundo (junto com Umberto Eco e Noam Chomsky) pela revista inglesa Prospect. Autor de vários clássicos nas áreas de ciência e filosofia, ele sempre atestou a irracionalidade de acreditar em Deus e os terríveis danos que a crença já causou à sociedade. Agora, neste Deus, um delírio, ele concentra exclusivamente no assunto seu intelecto afiado e mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças. O objetivo principal deste texto mordaz é provocar: provocar os religiosos convictos, mas principalmente provocar os que são religiosos "por inércia", levando-os a pensar racionalmente e trocar sua "crença" pelo "orgulho ateu" e pela ciência. Dawkins despreza a idéia de que a religião mereça respeito especial, mesmo se moderada, e compara a educação religiosa de crianças ao abuso infantil. Para ele, falar de "criança católica" ou "criança muçulmana" é como falar de "criança neoliberal" - não faz sentido. O biólogo usa seu conceito de memes (idéias que agem como os genes) e o darwinismo para propor explicações à tendência da humanidade de acreditar num ser superior. E desmonta um a um, com base na teoria das probabilidades, os argumentos que defendem a existência de Deus (ou Alá, ou qualquer tipo de ente sobrenatural), dedicando especial atenção ao "design inteligente", tentativa criacionista de harmonizar ciência e religião. Mas, se é agressivo para expressar sua indignação com o que considera um dos males mais preocupantes da atualidade, Dawkins refuta o negativismo. Ser ateu não é incompatível com bons princípios morais e com a apreciação da beleza do mundo. A própria palavra "Deus" ganha o seu aval na ressalva do "Deus einsteiniano", e o maravilhamento com o universo e com a vida, já manifestado em seus outros livros, encerra a argumentação numa nota de otimismo e esperança. "Se este livro funcionar do modo como espero, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem." - Richard Dawkins "Em Deus, um delírio, a debilidade intelectual da crença religiosa é desnudada sem piedade, assim como os crimes cometidos em nome dela." - The Times "Este livro é um apelo declarado para que não nos acovardemos mais." - The Guardian "Richard Dawkins é nosso ateu mais brilhante." - The Spetactor |
| Título | Deus um delírio |
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