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Código cec3kffb4c
| Editora | Ubu Editora |
|---|---|
| Título | A sociedade contra o Estado |
| Autor | Clastres, Pierre, Santiago, Theo |
| Número de páginas | 240 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 01.03.2017 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 859288618X GTIN-13 - 9788592886189 ISBN-13 - 9788592886189 |
| Peso do produto | 295.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 13.0 x 22.7 x 13.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2017 |
| Autor | Clastres, Pierre, Santiago, Theo |
| Dimensões do Produto | 13.0 x 22.7 x 13.0 cm |
| Editora | Ubu Editora |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9788592886189 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 240 |
| Peso do Produto | 295.0 gramas |
| Prazo de Garantia | 3 |
| Sinopse | O poder nem sempre é exercido numa relação hierárquica de dominação e submissão – esta é a tese desenvolvida por Pierre Clastres neste que é um dos mais importantes trabalhos de antropologia política do século XX. Os onze artigos, publicados entre 1962 e 1974, fazem uso do arcabouço teórico desenvolvido por autores franceses como Claude Lévi-Strauss, Michel Foucault. O autor se baseia em estudos etnológicos e em sua vivência com populações indígenas da América do Sul para formular um novo conceito de política. O livro foi uma referência importante no argumento de Mil platôs, de Gilles Deleuze e Félix Guattari. De acordo com a visão corrente na época, as sociedades primitivas seriam desprovidas de uma esfera política por não apresentarem formas de exercício de poder iguais às ocidentais – isto é, as relações hierarquizadas e autoritárias de comando-obediência que normalmente são associadas ao Estado. O autor reivindica uma revolução copérnica que liberte a antropologia desta postura etnocêntrica e possibilite uma interpretação mais ampla das relações de poder, abrindo o caminho para o estudo da política nesses povos. Ao analisar as características da posição do chefe, Clastres defende que a ausência de Estado não é casual. Ao contrário, as sociedades primitivas fazem um esforço ativo de regular as interações do chefe com o grupo, estabelecendo os parâmetros segundo os quais as trocas ocorrerão. Clastres propõe uma inversão da lógica marxista segundo a qual o poder de poucos sobre muitos deriva da desigualdade social; defende, ao contrário, que a desigualdade é uma consequência da atribuição de um poder autoritário a um grupo dominante. Assim, em oposição ao conceito de sociedade sem Estado, ele propõe o de sociedade contra o Estado: sociedades que atuam impedindo a conversão do poder do chefe em autoritarismo. Além do prefácio assinado por Tânia Stolze Lima, etnóloga e professora associada do Departamento de Antropologia da UFF, e Marcio Goldman, professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional (UFRJ), a edição inclui uma interessante entrevista com o autor feita por jovens estudantes da revista L'Anti-Mythe, na qual fica evidente seu propósito de ampliar a reflexão sobre a política nas sociedades com Estado a partir de um deslocamento do olhar proveniente da pesquisa etnológica. O texto de orelha é assinado por Sergio Cardoso, professor de filosofia da USP. |
| Título | A sociedade contra o Estado |
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