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Código cefe95cbd6
| Editora | Record |
|---|---|
| Título | A memória vegetal: e outros escritos de bibliofilia |
| Subtítulo | E outros escritos de bibliofilia |
| Autor | Eco, Umberto, Melo, Joana Angélica d |
| Número de páginas | 272 |
| Edição | 3 |
| Data de publicação | 28.07.2010 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 8501083321 GTIN-13 - 9788501083326 ISBN-13 - 9788501083326 |
| Peso do produto | 330.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 14.0 x 21.0 x 15.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2010 |
| Autor | Eco, Umberto, Melo, Joana Angélica d' |
| Dimensões do Produto | 14.0 x 21.0 x 15.0 cm. |
| Editora | Record |
| Edição | 3 |
| Gênero | Teórico |
| ISBN | 9788501083326 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 272 |
| Peso do Produto | 330.0 gramas. |
| Sinopse | “Como é belo um livro, que foi pensado para ser tomado nas mãos, até na cama, até num barco, até onde não existam tomadas elétricas, até onde e quando qualquer bateria se descarregou. Suporta marcadores e cantos dobrados, e pode ser derrubado no chão ou abandonado sobre peito ou joelhos quando caímos no sono”. Essa declaração de amor é a síntese de A memória vegetal, de Umberto Eco — um dos mais importantes intelectuais da atualidade. Com sutileza, humor e habilidade, Eco reúne reflexões sobre o antigo e fascinante mundo dos livros, a bibliofilia, a memória e a alegria da leitura. Neste volume refinado e elegante, Eco traça um elogio às bibliotecas e aos livros, desde os papiros até os dias atuais, e desmistifica a noção de que é preciso muito dinheiro para ser um colecionador. Lista, ainda, os inimigos dos livros, os agentes de uma morte prematura: brocas, cupins e o mais assustador, a ignorância do próprio homem. Afirma que IPads e Kindles são apenas uma evolução — as páginas podem não ser mais de papel, mas o livro permanecerá o que é. Revê algumas obras, conta histórias, redefine critérios de valor, leva-nos ao mundo mágico das letras impressas. Da memória orgânica, registrada e organizada pelo nosso cérebro, até o aparecimento da escrita, ele acompanha as mudanças na apreensão, e compreensão, do conhecimento. Os livros são os nossos anciãos, nossa memória vegetal. A memória histórica escondida entre parágrafos é a nossa própria memória, nossa capacidade de refletir. Um seguro de vida, uma pequena antecipação da imortalidade. Diante do livro, procuramos, mais que decifrar, interpretar. É através da memória vegetal do livro que podemos recordar não apenas nossas brincadeiras de infância, mas também as de Proust. Paixões, desejos, sofrimento, alegria, tudo pode nascer da leitura. A leitura se torna um diálogo com alguém que não está diante de nós. Um diálogo que a qualquer momento evoca lembranças e conhecimento, emoções e experiências, de outra forma perdidos. É isso que Eco, com a leveza de quem tem uma cultura sem fronteiras, resgata do esquecimento em A memória vegetal. |
| Subtítulo | E outros escritos de bibliofilia |
| Título | A memória vegetal: e outros escritos de bibliofilia |
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