Tem no Magalu
Departamentos
Nossas marcas e parceiros
Serviços e benefícios
Número de telefone 0800 773 3838
Seg. à Dom. exceto feriados das 8h às 20h
Código fa8h8aaf9c
Neste emocionante relato, Fábio de Melo reconstrói sua relação com a mãe, Ana Maria. Em uma prosa dilacerante e sincera, revela seus sentimentos mais profundos em diálogos sobre espiritualidade, religião, permanência, fé e amor, e também sobre a vida e seu legado.
“Depois que morre a minha mãe, morre também a minha obrigação de ser feliz.” - Fábio de Melo
Com profunda sensibilidade e lirismo, A vida é cruel, Ana Maria apresenta ao leitor um depoimento franco sobre a desconstrução da mãe enquanto modelo idealizado e sobre o luto não só pela perda humana, material, mas também desta própria idealização. Ao reconstituir por meio de um diálogo imaginário a trajetória de humildade e privações de sua mãe e refletir sobre como isso moldou não só a visão de mundo dela, mas também a sua própria, Fábio de Melo escancara com crueza dos sentimentos, mais como filho do que como sacerdote, suas impressões sobre a fé e o amor, o ressentimento e as dores, as alegrias e crueldades de uma vida. É uma reflexão poderosa e comovente sobre a passagem do tempo e a finitude, uma obra capaz de sensibilizar e tocar a todos.
“Esqueça-se do que dela você já sabe, do que dela você já entendeu.
Veja a sua senhora como quem se dispõe ao detalhismo de uma pintura de Caravaggio. Leia as suas linhas como quem lê uma minuciosa descrição de Marcel Proust.
Faça como o personagem que andou em busca do tempo perdido. Molhe a madeleine no café com leite e viaje pelos caminhos que a reminiscência lhe sugerir.
Depois retorne, abrace a memória já perdoada, permita-se o choro que lava o passado nas águas do presente. E, já estando em perfeito acordo com as dores que colocam neblina sobre a lâmina dos olhos, veja como é linda a sua mãe.”
| Editora | Record |
|---|---|
| Título | A vida é cruel, Ana Maria |
| Subtítulo | Diálogos imaginários com minha mãe |
| Autor | de Melo, Fábio |
| Número de páginas | 140 |
| Edição | 1 |
| Data de publicação | 30.10.2023 |
| Idioma | Português |
| Código do produto | ISBN-10 - 6555878509 GTIN-13 - 9786555878509 ISBN-13 - 9786555878509 |
| Peso do produto | 260.0 gramas. |
| Produto | (L x A x P): 15.5 x 22.5 x 11.0 cm. |
| Ano de Publicação | 2023 |
| Autor | de Melo, Fábio |
| Dimensões do Produto | 15.5 x 22.5 x 11.0 cm. |
| Editora | Record |
| Edição | 1 |
| ISBN | 9786555878509 |
| Idioma | Português |
| Número de Páginas | 140 |
| Peso do Produto | 260.0 gramas. |
| Sinopse | Neste emocionante relato, Fábio de Melo reconstrói sua relação com a mãe, Ana Maria. Em uma prosa dilacerante e sincera, revela seus sentimentos mais profundos em diálogos sobre espiritualidade, religião, permanência, fé e amor, e também sobre a vida e seu legado. “Depois que morre a minha mãe, morre também a minha obrigação de ser feliz.” - Fábio de Melo Com profunda sensibilidade e lirismo, A vida é cruel, Ana Maria apresenta ao leitor um depoimento franco sobre a desconstrução da mãe enquanto modelo idealizado e sobre o luto não só pela perda humana, material, mas também desta própria idealização. Ao reconstituir por meio de um diálogo imaginário a trajetória de humildade e privações de sua mãe e refletir sobre como isso moldou não só a visão de mundo dela, mas também a sua própria, Fábio de Melo escancara com crueza dos sentimentos, mais como filho do que como sacerdote, suas impressões sobre a fé e o amor, o ressentimento e as dores, as alegrias e crueldades de uma vida. É uma reflexão poderosa e comovente sobre a passagem do tempo e a finitude, uma obra capaz de sensibilizar e tocar a todos. “Esqueça-se do que dela você já sabe, do que dela você já entendeu. Veja a sua senhora como quem se dispõe ao detalhismo de uma pintura de Caravaggio. Leia as suas linhas como quem lê uma minuciosa descrição de Marcel Proust. Faça como o personagem que andou em busca do tempo perdido. Molhe a madeleine no café com leite e viaje pelos caminhos que a reminiscência lhe sugerir. Depois retorne, abrace a memória já perdoada, permita-se o choro que lava o passado nas águas do presente. E, já estando em perfeito acordo com as dores que colocam neblina sobre a lâmina dos olhos, veja como é linda a sua mãe.” |
| Subtítulo | Diálogos imaginários com minha mãe |
| Título | A vida é cruel, Ana Maria |
2 avaliações
2
0
0
0
0
Paulo
Lindalva
Black FridayiPhone 17iPhone 16S26Hub de ConteúdoHub CelularesHub GeladeiraHub Tvsiphone 15iphone 14ps5Air Fryeriphone 16 pro maxgeladeirapoco x7 proxboxiphonecreatinawhey proteinmicroondaskindleiphone 17 pro maxiphone 15 pro maxcelular samsungiphone 16exbox series sxiaomiventiladornintendo switch 2CelularAr Condicionado PortátiltabletBicicletaBody Splashjblredmi note 14tenis nikemaquina de lavar roupaliquidificadoripadguarda roupageladeira frost freefogão 4 bocasArmário de CozinhaAlexaTV 50 polegadasTV 32 polegadas